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Melhore o seu perfil no LinkedIn com o uso de palavras-chave

O emprego correto de termos no seu perfil pode fazer diferença na hora da seleção e do recrutamento.

Na hora de configurar o seu perfil no LInkedIn, o uso apropriado de palavras-chave é indispensável. Agora, você pode estar se perguntando como definir que palavras usar, certo?

O próprio LinkedIn oferece um recurso que mostra o aumento e o recuo do uso de certas palavras. Para usá-lo é preciso:

1. Fazer login na sua conta do LInkedIn

2. No canto superior direito, você vai ver um link de navegação com o selo “more” e o item “Skills” no menu, no caso do uso do LinkedIn em inglês. Em português, você verá os itens “mais” e abaixo dele, “competências”.

3. Clicar na opção Skills (ou Competências).

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4. Você será levado para uma nova página, onde fica exposta uma janela de pesquisas.

5. Digite o termo que deseja procurar. Como este recurso está disponível apenas em inglês, a pesquisa deverá ser feita em inglês. Para o exemplo a seguir, usamos o termo PHP.

Pronto! Veja o que o LInkedIn sugere, com base no volume de buscas por profissionais que usam essa palavra em seus perfis:

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Como você pode perceber, o termo PHP apresenta volume de buscas inferior a outras palavras como Codeigniter (plataforma em código aberto para programação em PHP) e Symfony (outra plataforma de programação PHP, também em código aberto, desenvolvida pelo MIT, o famosos instituto de tecnologia de Massachusetts).

Do lado esquerdo, você verá uma tabela com termos (buscas) relacionados à PHP. Entre estas, está o Zend Framework, o WAMP, o Drupal (CMS concorrente do Wordpress, ambos desenvolvidos em PHP) e muitas outras sugestões.

O que esses dados significam?

Primeiro, é importante atentar para o fato de PHP ser um termo muito amplo, o que, de cara, significa que ele “diz pouco” sobre você e sobre suas habilidades. As sugestões do LinkedIn dão a entender que você escolha termos mais apurados. Se quiser, opte por um dos termos sugeridos.

Em segundo lugar, o aumento ou o recuo na procura por alguns termos sinaliza de forma bastante clara a saúde do mercado de trabalho para o segmento pretendido.

E isso não é tudo.

As pesquisas por palavras-chave no LinkedIn podem ser usadas para averiguar como anda a demanda por produtos. No exemplo a seguir, procuramos pelo termo “soft drinks”, ou seja, refrigerantes.

Os resultados saltam aos olhos quando percebemos que:

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a) Botteled Water (água engarrafada) é mais procurado que Soft Drinks que, na verdade, está em recuo se comparado a Energy Drinks (bebidas energéticas).

b) O comportamento de buscas no LinkedIn por “Soft Drinks” está relacionado a pesquisas por “Juice”(suco) e “Crackers” (biscoitos, um dos últimos itens da lista esquerda - não visível nesta imagem).

Se tais informações não fazem do LinkedIn uma ferramenta de BI (Business Intelligence) propriamente, é impossível ignorar que elas refletem tendências de consumo.

O que fazer?

Segundo Danielle Restivo, gerente de comunicação do LinkedIn para o Brasil e o Canadá, a intenção da rede soaial, bastante tímida quando se trata de revelar detalhes sobre o funcionamento de seu mecanismo de busca e classificação, é "dar aos seus usuários a oportunidade de compreender quais são as competências mais populares no momento. Assim, podem decidir de forma estratégica que competências adicionar ao perfil e como apresentar-se à indústria”.

Se você usa o LinkedIn como plataforma para buscar alternativas no mercado de trabalho ou, quem sabe, até uma primeira colocação, procure usar essas informações da seguinte maneira:

1 - Quando visitar o perfil de uma empresa que ache interessante, preste atenção nos termos que ela usa para descrever suas atividades. Vai encontrar boas pistas.

2 - Se estiver empregado e for realizar uma modificação, por exemplo, na sua área de Skills (Competências), saiba que, dependendo de suas configurações de privacidade, todos os seus contatos verão essas alterações em suas homepages do LinkedIn. Para alterar a lista de quem deve ter acesso às alterações, opte por:

a) depois de realizar as alterações, não deixar que estas sejam publicadas;

b) alterar os privilégios de acesso ao seu feed no LinkedIn na seção “Configurações”, localizada sob seu nome no canto superior direito de qualquer tela no LInkedIn.

A redação do IDGNOW! convidou Camila Tartari, especialista em recrutamento da Thoughtworks, organização norte-americana dedicada a descobrir talentos em TI, para comentar sobre algumas das carecterísticas para um perfil eficiente no LinekdIn.

Na opinião de Tartari, um exagero no uso de competências pode não ser a melhor estratégia na hora de compor o seu e-CV.

“Ahh... as famosas buzzwords”, escreve, Tartari, "devem ser usadas corretamente". A líder de recrutamento explica que “um sumário de competências é relevante, com certeza. O problema é que muitas vezes as pessoas adicionam em seu perfil competências que tiveram apenas um curto contato e que, na realidade, não dominam”.

Ela sugere que, se tiver de adicionar uma conhecimento à lista de suas competências no LinkedIn, o candidato “adicione aquelas nas quais tenha realmente conhecimento sólido”.

Fonte: IDG Now!

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